O Brasil acordou com uma bomba veiculada pela revista IstoÉ (a mesma que, sob a datilografia de João "Feira" Santana, fez a derradeira denúncia do Fiat Elba), não uma qualquer, mas aquilo que o Brasileiro espera há séculos: alguém com coragem o suficiente pra denunciar o envolvimento de Lula e Dilma nos esquemas de corrupção.
Por ironia do destino, os deuses do PT foram "assassinados" por um sujeito cujo nome é Delcídio, que é quase Deicídio, o ato de matar um deus. O filósofo Nietzsche ficou famoso com sua obra iconoclástica, marcada pela pomposa frase "Gott ist tot" ("Deus está morto").
À marmota e ao pudim-de-cachaça, só o tapetão salva suas peles, já que mesmo com o medo de uma iminente "Celsodanielização", Deicídio (passarei a chamá-lo desta forma) do Amaral superou este medo e ganhou um vale pra diminuir sua estadia no Hades.

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